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Fatos Históricos Marcantes do dia 30 de julho - Movimento Reflexivo

  Em 30 de julho de 1419 - Primeira Defenestração de Praga: Uma multidão de hussitas radicais mata sete membros do Conselho da Cidade de Praga. quando uma pedra foi arremessada da Prefeitura contra a procissão liderada por Jan Velivinsky. Em 30 de julho de 1502 - Cristovão Colombo desembarcou em Guanajara na Ilha das Baia ao longo da Costa de Hondura durante a sua quarta viagem à América. Em 30 de julho de 1792 - Uma música escrita sob encomenda por Claude Joseph Rouget de Lisle torna-se popular . Quando tropas voluntárias a cantam durante a Marcha de Maselha para Paris. A canção chamada de marselhesa, passa a ser o símbolo da revolução e é escolhida como o Hino da França. Em 30 de julho de 1811 - O líder da Independência mexicana Miguel Hidalgo é fuzilado em Chihuahua juntamente com outros companheiros. Em 30 de julho de 1906 - nasce em Alegrete-RS o poeta brasileiro Mario Quintana, falecido em 5 de maio de 1994 em Porto Alegre. Em 30 de julho de 1917 - Foi feita a convocação assi...

Crônica - Lula e Arthur no despertar da Sensibilidade - Manoel Messias Pereira

Lula e Arthur no despertar da Sensibilidade Quando Luís Inácio Lula da Silva saiu do cárcere, para ir ao velório de seu neto, que alias tinha um grande carinho pelo avô e Lula por ele. Lula foi autorizado como manda a Lei de execução penal. E foi e, acompanhei pela televisão que ele estava arrasado, abatido e, muito triste. O garoto Arthur, seu neto, foi vítima de uma meningite e acabou falecendo. O encontro do avó como o neto, foi já com o seu corpinho frio num caixão, isto levou o ex-presidente as lágrimas. A ponto de uma matéria na revista Fórum escrita por Bia Lula, dizer que o avô deixou as lágrimas pingar no rostinho de Arthur. E ela disse que Arthur era como uma luz que iluminava a casa, comandava a bagunça da criançada, e jogava futebol como ninguém. era um menino muito apegado ao avô. E quando dona Marisa faleceu ele não queria que o avô ficasse sozinho. Para ela e para toda a família foi o dia mais triste da vida. E o avô desmanchando-se em lágrimas disse ei de provar a mi...

Crônica - A lógica da Estrada - Manoel Messias Pereira

   A lógica da Estrada - Manoel Messias Pereira A imagem que tenho na  leitura e na confecção de minha  literatura sempre conduz-me a uma estrada. Como que precisasse de uma saída, de caminhar para um lugar não comum. Mas quando penso isto observo que simbolicamente uma estrada já foi usada em filmes, em  como "estrada em fúria" que trata do empoderamento feminino, ou filme de Vicente Ferraz chamado "estrada 47", há outro título chamada "estrada deserta" e talvez o mais conhecido foi "A estrada de Thelma e Louise'. Mas  tudo isto pra indicar a ideia de sair, de renunciar a fixação geográfica, social para uma outra visão desconhecida. A ideia de buscar o novo olhar, sentir novas sensações, ter outras experiências é uma forma creio eu que o nosso subconsciente indica que precisamos romper com essa ilha de problemas de frustrações de determinismo que foge a lógica da afetividade da ternura e com certeza há apenas a lógica do mercado. E para chegar a ...

Crônica - A descoberta do homem lobisomem rio-pretense - Manoel Messias Pereira

  A descoberta do lobisomem rio-pretense Como a mudança é visível nesta cidade. Eu que nasci aqui em São José do Rio Preto- SP e fico observando as margens da represa municipal, na qual eu chamava de Lago Artificial rio-pretense, até porque aprendi a falar isto na escola. De um lado era somente um pasto em que havia uma criação de gado do João Periquito. E quem ficava cuidando do gado era um menino que a gente chamava de Zezinho. Eu na verdade não sei o nome completo nem do dono da vaca e nem do menino. Mas a noite esse local se transformava, tinha romances, amor, sexo e até homem lobisomem. E eu contarei essa história a todos. Para mim a vida era um teatro e tudo era personagem na vila Elvira, no Morro Pelado como era chamado a Vila Dório naquela época nos idos de 1962. O João Periquito era um senhor que tinha as vacas mas essas acabava andando pelo bairro e quando o trem pegava uma era uma festa o povo levava a bacia e o Sr. Liberato que era um senhor descendente de indígena dizi...