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crônica - a Paz de Gandhy - Manoel Messias Pereira

 





A Paz de Gandhi

O dia 30 de janeiro de 1948 foi assassinado o pacifista e líder indiano Mahatma Gandhy, morte foi provocado pelo disparo de uma pistola feito por Nathura Godse. Ele dizia que a vida é uma busca contínua pela verdade. E uma missão de serviço ao próximo e evolução pessoal.

 Mahatma Gandhi afirmava que a não violência era o seu primeiro artigo de fé e também o último artigo de seu credo. Foi um lutador contra a injustiça. Dizia da coragem silenciosa de morrer sem matar, e que o perdão realçava o valor do soldado.

Em  2002, a Academia Universal das Culturas discutiu em Paris a paz nos dias de hoje e concluíram que em tempo de globalização isto seria impossível.

E num artigo Umberto Eco chegou a afirmar "A paz universal é como desejo da imortalidade, tão difícil de satisfazer que as religiões prometem para depois da morte.

Para refletir a Paz é preciso lembrar Gandhi que teve  palavras iluminadoras, verdadeiras estrelas.
Diante deste contexto é importante lembrar-o, é importante estabelecer um paralelo entre a paz e a estupidez de governantes que utiliza da vulgaridade do comércio da guerra, da destruição de edifícios de hospitais, da indústria e do alto faturamento econômico para os produtores de materiais bélicos que com certeza financiam governantes, não se importando com famílias dizimadas, com crianças mutiladas ou com a imprensa permanentemente de luto, graças, aos assassinatos de seus repórteres e jornalista, nada disto comove os facínoras travestido de humanismos, que permanecem em seus postos de comando sob a égide de um culto ou de uma crença.

Gandhi afirmava " a guerra que aqui se desenvolve mostra a futilidade da violência, o ódio que mata sempre, enquanto que o amor não mata nunca. tenho por objeto a amizade com o mundo inteiro. Quero unir o maior amor à mais firme posição do mal."

Diante do contexto, refletimos que as lições de ódio, tiranias e a falta de caráter de alguns homens públicos, que traçam a guerra para desviar a atenção da sua capacidade gerencial administrativa não deve sobrepor a exemplos de amor, que já assimilamos.
E concluímos numa frase de Gadhi, " A verdade é dura como diamante e frágil como a flor do pêssego".


Manoel Messias Pereira
professor cronista

São José do Rio Preto-SP



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