A profética poética de Carlos Drummond de Andrade
Hoje tudo parece ser
um imenso desastre
quando penso na barragem
que destruiu seres humanos
vidas e sonhos,
profetizado por Carlos Drummond
de Andrade preso poema
Lira Itabirana.
na qual num fragmento
ele afirmou
Que o Rio? era doce
e A vale? amaga
Ai, antes que fosse
mas leve carga
mas no ultimo fragmento
de seu soneto
ele pergunta
quanto de ferro exportamos
e quantas lágrimas disfarçamos
sem berro, eu diria sem erro.
um imenso desastre
quando penso na barragem
que destruiu seres humanos
vidas e sonhos,
profetizado por Carlos Drummond
de Andrade preso poema
Lira Itabirana.
na qual num fragmento
ele afirmou
Que o Rio? era doce
e A vale? amaga
Ai, antes que fosse
mas leve carga
mas no ultimo fragmento
de seu soneto
ele pergunta
quanto de ferro exportamos
e quantas lágrimas disfarçamos
sem berro, eu diria sem erro.
Manoel Messias Pereira
poeta
São José do Rio Preto -SP. Brasil
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos

Comentários
Postar um comentário